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Minha rotina de leitura diminuiu muito desde que eu comecei a trabalhar, então todo começo de ano eu faço uma meta de ler um livro por mês, o que já é pouco, mas para quem não estava mais lendo nada, é um ótimo começo. O problema tem sido que eu não estou conseguindo bater nem essa meta pequenininha, mas mesmo assim eu continuo tentando certo?

O Lado Bom da Vida

O livro escolhido para janeiro foi “O Lado Bom da Vida” do escritor Matthew Quick, e como vocês podem reparar, estou meio atrasada, já que só consegui terminar de ler o livro há poucas semanas. Mas essa foi uma ótima escolha para o começo do ano afinal com esse livro nós conseguimos realmente sentir que as vezes o nosso lado bom da vida não é nada daquilo que nós queremos que seja e que ele pode estar muito mais perto do que nós imaginamos.

Logo de cara fiquei preocupada com o tipo de narrativa do livro, que é contada pelo ponto de vista do personagem principal, Pat. Mas com o passar das primeiras páginas você começa a entender o porque a narrativa pode parecer meio confusa, afinal nosso querido Pat passou alguns anos num hospital psiquiátrico, mas depois essa narrativa se torna um diferencial muito importante porque ela ajuda que você participe do livro do inicio ao fim.

O livro também faz várias referências a outros livros clássicos e caso você não queria saber o final de alguns livros antes da hora, confira aqui a lista das obras que Pat, deliberadamente, conta o final da história!

  1. O Grande Gatsby – F. Scott Fitzgerald
  2. Adeus às armas – Ernest Hemingway
  3. A Letra Escarlate – Nathaniel Hawthorne
  4. A Redoma de Vidro – Sylvia Plath
  5. As Aventuras de Huckleberry Finn – Mark Twain
  6. O Apanhador no Campo de Centeio – J.D Salinger

Provavelmente muita gente aqui já leu o livro ou viu o filme, e definitivamente eu não vou entrar no mérito de qual é melhor. Afinal são duas mídias completamente diferentes, com objetivos e públicos diferentes. Se vale a dica, faça os dois. Eu primeiro vi o filme, depois li o livro e daí resolvi ver o filme novamente, e acho que são duas experiencias muito válidas pois no final acabam sendo histórias completamente diferentes.

Apesar do meu atraso, esse foi o livro de janeiro, e eu já iniciei o livro de fevereiro, que será “As vantagens de ser invisível” de Stephen Chbosky, que já foi adaptado para as telonas mas que eu ainda não vi. Então me desejem sorte, porque já estamos em março, e esse só o livro de fevereiro! :)

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